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Por Vânia Fernandes – 21 de junho de 2015

Um argentino que decidiu ir embora para o país hermano aos 27 anos. Mais de três décadas depois, Eduardo Cheppi diz que se considera brasileiríssimo (apesar do sotaque espanhol ainda se manter bastante vivo). Ele começou a trabalhar com arte em couro ainda menino, em Buenos Aires, com 15 anos.

“Encontrei um amigo que comprou um pedaço de couro para fazer cinto e vender. Ele me chamou para trabalhar com ele, gostei da ideia e nunca mais parei”, conta. Mas o talento parece ter dado asas à imaginação de Eduardo. Nesses 46 anos de profissão, o artesão criou várias outras peças, como pulseiras, carteiras, cadeiras, quadros, coletes, escudos para motociclistas, bolsas, mochilas etc.

O amor pelo que faz contagiou também a filha, Felisa Cheppi, de 32 anos. Desde os 12 ajudando o pai na confecção das peças, ela começou a aprender essa arte ainda aos oito, movida pela curiosidade. Eduardo e Felisa produzem num ateliê na casa onde vivem, em Guapi, mas desde 1982 ele expõe sua arte na Feira Hippie de Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro, todos os domingos. Os valores das peças variam de R$ 10 a R$ 1000.

Telefone: (21) 96615-8487
Mais informações: Facebook  |  Site

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