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Quem passa pela Rodovia Santos Dumont (BR 116), no trecho da Rio-Teresópolis, já deve ter parado – ou, pelo menos, reparado – num desvio separado especialmente para a imagem de uma santinha. O singelo altar fica às margens do Rio Iconha, ao lado esquerdo de quem sobe a Serra de Guapimirim, antes do bairro Garrafão. Apesar do ponto de parada ser bastante famoso entre motoristas e moradores, muitos ainda desconhecem sua história.

A imagem simbólica de uma santa foi desenhada por um projetista do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), a pedido do engenheiro residente da época, Dr. Pierre Berman. A Santinha da Serra, como é chamada, foi produzida com a intenção de homenagear os trabalhadores que morreram em acidentes de trabalho durante a execução do projeto e em agradecimento pela conclusão das obras.

A Santinha foi erguida no dia 1º de agosto de 1959, durante a primeira missa ecumênica na inauguração da rodovia. Segundo a Concessionária Rio-Teresópolis (CRT), cerca de 15 mil veículos passam por este trecho da Santos Dumont diariamente. A imagem costuma ser identificada como Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Santa Marta entre outras. Mas, na realidade, ela é apenas a Santa da Serra de Guapimirim.

Um local de fé, reflexão, contemplação ou simplesmente de descanso para quem está pegando a estrada.

 
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